Mensagem no Twitter causa demissão de executivo da Locaweb
Diretor comercial foi demitido depois de ter publicado mensagens contra o São Paulo Futebol Clube, durante o clássico contra o Corinthians. A Locaweb era um dos patrocinadores do time do Morumbi
A empresa de serviços de hospedagem Locaweb anunciou nesta terça-feira (30/3) a demissão de Alex Glikas, diretor comercial da companhia, que se envolveu numa confusão com a torcida sãopaulina no Twitter.
No último domingo, durante o jogo entre Corinthians e São Paulo, Glikas, aparentemente um corintiano roxo, publicou em seu Twitter algumas mensagens contra o São Paulo Futebol Clube. Quando o goleiro Rogério Ceni falhou e tomou um gol, Glikas escreveu: “Sou fã do Rogério Ceni. Se ele continuar assim, tá ótimo! Chupa Bambizada!”. Em outras mensagens, o executivo ainda citou a empresa: “Vamo [sic] Locaweb! Chupa Bambizada! Timão eooo!”.
O maior agravante é que a Locaweb era uma das patrocinadoras do São Paulo naquele jogo. A empresa realizou um acordo para patrocinar o grupo sãopaulino no clássico contra o Corinthians e no jogo de amanhã, contra o Monterrey, no México, pela Taça Libertadores.
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Rodrigo Souto, volante do São Paulo, com o uniforme usado pelo time no clássico contra o CorinthiansA atitude do diretor comercial da Locaweb causou a ira de alguns torcedores que começaram uma campanha contra a empresa na internet, especialmente no Twitter.
A demissão foi anunciada pela empresa por meio de nota, que diz: “Em razão do recente incidente envolvendo a companhia e o São Paulo Futebol Clube, o executivo decidiu, em comum acordo com a diretoria da Locaweb, desligar-se de suas funções“.
Em entrevista à Época NEGÓCIOS, a Locaweb informou que, por ser uma empresa de internet, jovem e moderna, sempre encorajou seus funcionários a utilizarem as redes sociais, com bom senso e respeito. No entanto, revela que ainda não há uma política interna de uso das redes sociais. “A empresa pretende colocar em prática a política para uso de mídias sociais para seus funcionários o quanto antes”, disse Guilherme Mazzola, gerente de comunicação da Locaweb.
Hoje, no Twitter de Glikas, as mensagens já não aparecem. Há apenas um tweet com a frase: “minhas sinceras desculpas à torcida e ao time do SPFC. No calor do clássico, o torcedor tomou conta do profissional. Não acontecerá de novo”.
Fonte: Revista Época Negócios
Sem comentarios2pontos é destaque em matéria com as grandes Agências Interativas do Brasil
A Revista Webdesign, de circulação nacional, é o principal veículo de comunicação sobre o design para web no país. No ano de 2009 quando completou 5 anos, lançou um exemplar especial onde escolheram às 30 maiores Web Agências do país, dentre as quais encontrava-se a 2Pontos.
Nesta edição de 2010, a idéia era apresentar portifólios, projetos significativos, presenças na rede e o perfil de algumas das principais agências no Brasil.
E mais uma vez a 2Pontos está entre as melhores Agências Interativas do país.
Clique aqui para visualizar a matéria de 2009.
Clique aqui para visualizar a matéria de 2010.

12° Encontro Locaweb de Profissionais de Internet
A Locaweb chegou a décima segunda edição do Encontro Locaweb de Profissionais de Internet, o evento que já se tornou uma referência no Brasil.
Confira as tendências do mercado, atualizar seus conhecimentos e fazer novos contatos. A programação apresenta renomados profissionais, cases, conhecimentos técnicos, informações e muito mais.
O evento acontecerá em Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, tendo início em Salvador no dia 8 de abril, no Pestana Bahia Hotel.
Clique aqui e saiba mais.
Sem comentariosVendas pela internet movimentam R$ 10,6 bi em 2009 e crescem 30%
As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com o mesmo período em 2008, de acordo com pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico.
Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais. Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, segundo a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.
Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada das Casas Bahia, em fevereiro de 2009, no mundo virtual. Com a chegada do varejista francês Carrefour no comércio eletrônico neste mês, todas as grandes redes presentes do país agora oferecem aos clientes a possibilidade de compras pelo mundo virtual.
Livros, revistas e jornais lideram as vendas virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos.
Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking, logo à frente de itens de informática e eletrônicos.
No ano passado, 79% das entregas foram feitas dentro do prazo, com destaque negativo para o Nordeste (73%). O índice de atrasos foi maior na região, de acordo com a e-bit, pelo fato de a maioria dos centros de distribuição das lojas virtuais se concentrar no Sudeste.
Para 2010, a previsão é movimentar R$ 13,6 bilhões, repetindo o ritmo de expansão de 30% superior ao registrado no ano anterior. Ao final do 1º semestre, a projeção da e-bit é que 19,8 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet e, para dezembro, a previsão é que o número chegue a 23 milhões.
FONTE: Folha Online
por Tatiana Resende
Seminário Internacional da Liderança Servidora
Vivencie uma tarde inesquecível com um dos maiores pensadores e consultores do mundo em Liderança, os participantes deste Seminário terão acesso a idéias, práticas e conselhos sobre Liderança que os ajudarão a prosperar, inovar, realizar e liderar pessoas.
Essa é uma oportunidade de rever seus conceitos sobre Liderança, que servirão de inspiração para você no seu dia-a- dia.
O evento contará com a palestra do autor de best sellers James C. Hunter, consultor da J.D. Associados, uma empresa de consultoria em relações de trabalho e treinamento gerencial, em Michigan nos EUA.
Clique aqui e saiba mais.
Sem comentariosA Galáxia Internet
No capítulo “Negócios eletrônicos e nova economia” do livro A Galáxia Internet: Reflexões sobre internet, negócios e sociedade de Castells (2003: 87-144), ele caracteriza o comércio eletrônico, uma nova economia, mostrando primeiramente como se modificaram as técnicas empresariais organizadas em torno das redes e como essa variação forma uma nova estrutura social, a sociedade em rede. Incentivadas pela cultura empreendedora, de inovação e dos capitalistas de alto risco, surgem novas empresas e negócios na Internet que se ampliam rapidamente e vendem para o mundo inteiro.
Um atributo importante dessa nova economia prende-se com a instabilidade do mercado financeiro, que, antigamente era mais estável e mais previsível, guiado por avaliações criteriosas e concretas do mundo dos negócios, é agora, mais influenciado por aquilo que Castells denomina “turbulências de informação”. A incerteza, o risco, e a mudança constante são a regra, em vez da exceção. Na Era da Internet a multiplicidade de informações on-line (notícias, manipulações, rumores etc.), prosperam, o que dificulta as decisões dos investidores, provocando, por exemplo, reações instantâneas às mudanças de mercado (informações financeiras em tempo real).
Estas ascensões seguidas dos declínios dos valores dos mercados têm conseqüências graves para certas empresas e para os respectivos trabalhadores e suas famílias, especialmente, em empresas marcadas por um elevado e rápido crescimento econômico. Nestes casos pode-se auxiliar de uma forma repentina, à desvalorização das ações da empresa, com efeitos imediatos na parte financeira da empresa, bloqueando desta forma, o seu projeto de investimento e inovação.
Castells refere a “existência de um ciclo económico na nova economia”, que se encontra sincronizado com o período financeiro e com o período de inovação. Muitas das empresas virtuais foram criadas por estudantes universitários, baseadas em idéias inovadoras e praticamente nenhum capital, no entanto eram negociadas a preços elevadíssimos.
Observando as modificações na organização e dinâmica do trabalho, específico nesta nova economia, verifica-se que o papel do trabalho transforma-se, ficando a e-economia dependente do trabalho auto-programável, que por sua vez exige trabalhadores qualificados, com espírito de iniciativa, autonomia, responsabilidade e com talento para os negócios eletrônicos.
Uma das questões centrais desta transformação na organização do trabalho, passa pelo compromisso total com o projeto da empresa, deixando de existir, por exemplo, o horário de trabalho.
Na era do conhecimento, surge o e-learning como exigência de uma formação contínua para toda a vida, que tenta conciliar a formação profissional com os compromissos pessoais ou familiares.
Essa contingência específica do trabalho refere-se à existência de uma grande procura de trabalhadores altamente qualificados (programadores, engenheiros, profissionais dos negócios eletrônicos, etc.), que, quando não são lançados em quantidades ou em qualidades necessárias às exigências do trabalho de um determinado país, circulam internacionalmente e são absorvidos pelas universidades e empresas de tecnologia de ponta do estrangeiro. É o emergir do êxodo dos talentos acadêmicos, ou como refere Castells o surgimento de um sistema de circulação de cérebros.
Castells também cita o ingresso das mulheres, apesar da discriminação no mundo empresarial, que abriram o caminho em todos os níveis ocupacionais, diminuindo ao passar dos anos até mesmo a diferença salarial com o sexo oposto. Isso se deu por conta dos movimentos feministas que atravessaram todo o século passado e foram determinantes na revolução moral, cultural e social, no que diz respeito às mudanças do papel da mulher e do homem na família.
Todas estas transformações no mundo do trabalho e nos processos de produção de riqueza que assinalam a sociedade na Era da Internet, transformam a relação do indivíduo com a própria sociedade, aparecendo novas formas de sociabilidade.
por Ariane Carvalho
Sem comentariosO critério de relevância dos “tweets” no Google
Desde dezembro, o Google iniciou em seu sistema de buscas um recurso que permite fazer uma pesquisa em tempo real em redes sociais como Twitter e Facebook. O Google Real Time, de caráter experimental e apenas em uma única versão (inglês), traz mensagens de usuários cadastrados nas ferramentas integradas a busca comum. Porém, o serviço foi questionado pela falta de critério na ordem de aparição das mensagens. Quase dois meses após o lançamento, temos uma resposta.
A revista Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), nos Estados Unidos, conversou com Amit Shingal, um dos funcionários do Google responsável pelo desenvolvimento do recurso, que revelou o mistério por trás da hierarquia de informações que é fornecida ao internauta.
Para um dos gigantes da web, os tweets - mensagens de até 140 caracteres produzidas no Twitter - são avaliados e têm o mesmo peso e importância de uma página - o que é conceituado como pagerank. Logo, o procedimento para hieraquizá-los varia de acordo com a reputação do próprio usuário. Quem explica é o próprio Shingal.
Se você ganha reputação, logo fornece também reputação. Caso você tenha muitos seguidores e é considerado um dos hubs no Twitter, naturalmente sua mensagem terá um peso maior, já que seu tweet é valioso. Em pouco tempo, ele será uma referência aos demais que fazem uma pesquisa no Google.
Este processo de adaptação às plataformas sociais participativas de mensagens instantâneas mostra como o Google, visto como um tótem inatingível e intocável, não é exceção no quesito de modelos de negócio sustentáveis na web. Não adianta permanecer com uma única estrutura sólida e consolidada - no caso, buscas - por muito tempo. A necessidade cria os caminhos e as alternativas de forma tão rápida que não dá tempo de acreditar em nada venerável.
Fonte: Veja On Line
Sem comentariosProgramação para 2010 movimenta mercado digital baiano
Associação de agências digitais elege diretoria para biênio 2010-2011 e anuncia novos projetos
O ano de 2010 já começou com novidades para as agências digitais da Bahia. Depois da escolha da nova diretoria, realizada nesta quinta-feira (14), a Associação de Agências Digitais da Bahia – ADBA anuncia a programação de atividades que serão desenvolvidas ao longo do ano, voltadas para os profissionais do mercado de internet.
Entre os projetos da ADBA estão a realização do seminário de marketing político na internet, para orientar partidos e candidatos às eleições 2010, e o desenvolvimento de pesquisas de marketing para levantar informações sobre potencial produtivo, tendências, necessidades, oportunidades, recursos humanos e outros temas importantes para os profissionais.
“Neste primeiro semestre, vamos publicar um documento para o nosso mercado consumidor, contratantes de serviços de marketing e tecnologia, orientando as melhores práticas de avaliação e concorrência”, ressalta o novo presidente da associação, Diego Rydz.
Com a meta de duplicar o número de associados até o final de 2010, a ADBA disponibiliza em sua página (www.adba.com.br) a lista de agências associadas, para que empresários e gestores possam estudar os portfólios e selecionar a empresa que atenda suas necessidades.
A ADBA representa os interesses das agências digitais baianas, trabalhando pelo desenvolvimento, normatização, consolidação e profissionalização do mercado de marketing digital da Bahia. As agências que tenham interesse em se associar devem realizar o cadastro no site www.adba.com.br.
A nova diretoria é composta por Diego Rydz (Presidente), Vitor Perrone (Vice-Presidente), Vinicius Guimarães (Tesoureiro) e os membros da diretoria: Alessandro Canella, Vinicius Barros e Robert Philips.
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Ser Analógico x Ser Digital
Quem estudou Comunicação já ouviu falar no termo AIDA, que é um modelo que tenta explicar como funciona o comportamento humano em relação à aquisição de um produto ou serviço.
Nos tempos de hoje podemos afirmar que quem segue esse antigo modelo pode ser considerado Analógico, que ficou parado no tempo.
AIDA que dizer: Atenção, Interesse, Desejo e Ação, formam uma hierarquia linear que os consumidores passam no processo de compra.
Isso descreve um comportamento de um consumidor mais antigo, um ser Analógico. Nos dias de hoje, um ser Digital, trabalharia essa sigla de uma forma diferente.
O ser Digital não busca Atenção, busca a Atração, se ele não se sentir atraído pelo que quer que seja, nada flui.
O I não seria de Interesse, seria de Interação. O ser Digital está sempre querendo interagir, e a quantidade de pessoas em redes sociais é um desses exemplos.
O D de Desejo poderia ser substituído por Digitalização, o mais óbvio de todos, já que estamos falando do ser Digital. A digitalização está em todo canto, nas máquinas fotográficas, celulares, TV, e para estar condizente com o mundo atual, tem que se inserir na digitalização.
E o último A, ao invés de Ação seria de Apoio. O ser Digital está sempre buscando apoio em algo ou alguém, ou apoiando. É um ser mais prestativo e atencioso com o próximo. Mas esse apoio também pode ser visto de outra maneira, pois ele está sempre se apoiando em aparatos tecnológicos para lhe dar com as coisas do dia a dia.
E você, que tipo de ser é: Analógico ou Digital?
Segundo pesquisa, a Web supera a TV como mídia preferida
Segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (30/11), a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar foi a internet, considerada indispensável por 70% dos entrevistados, enquanto a televisão ficou com 69% da preferência.
De acordo com o G1, a pesquisa foi realizada em 11 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.
Essa diferença se dá por conta da TV possuir muitos comerciais, prova disso é que 87% tentam evitar ativamente a publicidade no Rádio e TV, e apenas 39% consideram que a web também tem muitas propagandas.
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