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Parque Imperial Residencial lança seu website

O Parque Imperial Residencial é um condomínio que impressiona pelo seu alto conforto e segurança, onde o morador tem o privilégio de ter tudo ao seu alcance sem sair de casa.

Uma proposta da Imperial Incorporadora, o Parque Imperial será o primeiro condomínio fechado do município de Irecê, chegando para proporcionar uma nova experiência em matéria de moradia para os residentes.

Desenvolvemos um website leve com layout harmônico e de fácil navegação, onde o internauta pode ver detalhes do projeto, localização do empreendimento, além de entrar em contato com a construtora.

Para acessar o website clique aqui.

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Maps é líder entre as ferramentas digitais que ajudam a viver melhor em SP

Aproveitando as comemorações dos 460 anos da cidade de São Paulo, o Ibope Conecta decidiu realizar uma pesquisa para mapear quais são as plataformas digitais que mais ajudam o paulistano a viver melhor na capital paulista.

A pesquisa foi encomendada pela Cidade Aberta, empresa responsável por editar o site Catraca Livre, e ouviu 800 internautas paulistanos das classes A, B, C, D e E. Entre os 5 primeiros colocados estão o Google Maps, o Climatempo, o Poupatempo, o Ingresso.com e o Groupon.

Além dos aplicativos, também foram consultados os sites mais utilizados.

Confira abaixo a lista completa:

 

 

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Mensagem no Twitter causa demissão de executivo da Locaweb

Diretor comercial foi demitido depois de ter publicado mensagens contra o São Paulo Futebol Clube, durante o clássico contra o Corinthians. A Locaweb era um dos patrocinadores do time do Morumbi

A empresa de serviços de hospedagem Locaweb anunciou nesta terça-feira (30/3) a demissão de Alex Glikas, diretor comercial da companhia, que se envolveu numa confusão com a torcida sãopaulina no Twitter.

No último domingo, durante o jogo entre Corinthians e São Paulo, Glikas, aparentemente um corintiano roxo, publicou em seu Twitter algumas mensagens contra o São Paulo Futebol Clube. Quando o goleiro Rogério Ceni falhou e tomou um gol, Glikas escreveu: “Sou fã do Rogério Ceni. Se ele continuar assim, tá ótimo! Chupa Bambizada!”. Em outras mensagens, o executivo ainda citou a empresa: “Vamo [sic] Locaweb! Chupa Bambizada! Timão eooo!”.

O maior agravante é que a Locaweb era uma das patrocinadoras do São Paulo naquele jogo. A empresa realizou um acordo para patrocinar o grupo sãopaulino no clássico contra o Corinthians e no jogo de amanhã, contra o Monterrey, no México, pela Taça Libertadores.

Rodrigo Souto, volante do São Paulo, com o uniforme usado pelo time no clássico contra o CorinthiansA atitude do diretor comercial da Locaweb causou a ira de alguns torcedores que começaram uma campanha contra a empresa na internet, especialmente no Twitter.

A demissão foi anunciada pela empresa por meio de nota, que diz: “Em razão do recente incidente envolvendo a companhia e o São Paulo Futebol Clube, o executivo decidiu, em comum acordo com a diretoria da Locaweb, desligar-se de suas funções“.

Em entrevista à Época NEGÓCIOS, a Locaweb informou que, por ser uma empresa de internet, jovem e moderna, sempre encorajou seus funcionários a utilizarem as redes sociais, com bom senso e respeito. No entanto, revela que ainda não há uma política interna de uso das redes sociais. “A empresa pretende colocar em prática a política para uso de mídias sociais para seus funcionários o quanto antes”, disse Guilherme Mazzola, gerente de comunicação da Locaweb.

Hoje, no Twitter de Glikas, as mensagens já não aparecem. Há apenas um tweet com a frase: “minhas sinceras desculpas à torcida e ao time do SPFC. No calor do clássico, o torcedor tomou conta do profissional. Não acontecerá de novo”.

Fonte: Revista Época Negócios

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2pontos é destaque em matéria com as grandes Agências Interativas do Brasil

A Revista Webdesign, de circulação nacional, é o principal veículo de comunicação sobre o design para web no país. No ano de 2009 quando completou 5 anos, lançou um exemplar especial onde escolheram às 30 maiores Web Agências do país, dentre as quais encontrava-se a 2Pontos.

Nesta edição de 2010, a idéia era apresentar portifólios, projetos significativos, presenças na rede e o perfil de algumas das principais agências no Brasil. 

E mais uma vez a 2Pontos está entre as melhores Agências Interativas do país.

Clique aqui para visualizar a matéria de 2009.
Clique aqui para visualizar a matéria de 2010.

 

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Vendas pela internet movimentam R$ 10,6 bi em 2009 e crescem 30%

As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com o mesmo período em 2008, de acordo com pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico.

Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais. Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, segundo a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.

Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada das Casas Bahia, em fevereiro de 2009, no mundo virtual. Com a chegada do varejista francês Carrefour no comércio eletrônico neste mês, todas as grandes redes presentes do país agora oferecem aos clientes a possibilidade de compras pelo mundo virtual.

Livros, revistas e jornais lideram as vendas virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos.

Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking, logo à frente de itens de informática e eletrônicos.

No ano passado, 79% das entregas foram feitas dentro do prazo, com destaque negativo para o Nordeste (73%). O índice de atrasos foi maior na região, de acordo com a e-bit, pelo fato de a maioria dos centros de distribuição das lojas virtuais se concentrar no Sudeste.

Para 2010, a previsão é movimentar R$ 13,6 bilhões, repetindo o ritmo de expansão de 30% superior ao registrado no ano anterior. Ao final do 1º semestre, a projeção da e-bit é que 19,8 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet e, para dezembro, a previsão é que o número chegue a 23 milhões.

FONTE: Folha Online
por Tatiana Resende

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A Galáxia Internet

No capítulo “Negócios eletrônicos e nova economia” do livro A Galáxia Internet: Reflexões sobre internet, negócios e sociedade de Castells (2003: 87-144), ele caracteriza o comércio eletrônico, uma nova economia, mostrando primeiramente como se modificaram as técnicas empresariais organizadas em torno das redes e como essa variação forma uma nova estrutura social, a sociedade em rede. Incentivadas pela cultura empreendedora, de inovação e dos capitalistas de alto risco, surgem novas empresas e negócios na Internet que se ampliam rapidamente e vendem para o mundo inteiro.

Um atributo importante dessa nova economia prende-se com a instabilidade do mercado financeiro, que, antigamente era mais estável e mais previsível, guiado por avaliações criteriosas e concretas do mundo dos negócios, é agora, mais influenciado por aquilo que Castells denomina “turbulências de informação”. A incerteza, o risco, e a mudança constante são a regra, em vez da exceção. Na Era da Internet a multiplicidade de informações on-line (notícias, manipulações, rumores etc.), prosperam, o que dificulta as decisões dos investidores, provocando, por exemplo, reações instantâneas às mudanças de mercado (informações financeiras em tempo real).

Estas ascensões seguidas dos declínios dos valores dos mercados têm conseqüências graves para certas empresas e para os respectivos trabalhadores e suas famílias, especialmente, em empresas marcadas por um elevado e rápido crescimento econômico. Nestes casos pode-se auxiliar de uma forma repentina, à desvalorização das ações da empresa, com efeitos imediatos na parte financeira da empresa, bloqueando desta forma, o seu projeto de investimento e inovação.

Castells refere a “existência de um ciclo económico na nova economia”, que se encontra sincronizado com o período financeiro e com o período de inovação. Muitas das empresas virtuais foram criadas por estudantes universitários, baseadas em idéias inovadoras e praticamente nenhum capital, no entanto eram negociadas a preços elevadíssimos.

Observando as modificações na organização e dinâmica do trabalho, específico nesta nova economia, verifica-se que o papel do trabalho transforma-se, ficando a e-economia dependente do trabalho auto-programável, que por sua vez exige trabalhadores qualificados, com espírito de iniciativa, autonomia, responsabilidade e com talento para os negócios eletrônicos.

Uma das questões centrais desta transformação na organização do trabalho, passa pelo compromisso total com o projeto da empresa, deixando de existir, por exemplo, o horário de trabalho.

Na era do conhecimento, surge o e-learning como exigência de uma formação contínua para toda a vida, que tenta conciliar a formação profissional com os compromissos pessoais ou familiares.

Essa contingência específica do trabalho refere-se à existência de uma grande procura de trabalhadores altamente qualificados (programadores, engenheiros, profissionais dos negócios eletrônicos, etc.), que, quando não são lançados em quantidades ou em qualidades necessárias às exigências do trabalho de um determinado país, circulam internacionalmente e são absorvidos pelas universidades e empresas de tecnologia de ponta do estrangeiro. É o emergir do êxodo dos talentos acadêmicos, ou como refere Castells o surgimento de um sistema de circulação de cérebros.

Castells também cita o ingresso das mulheres, apesar da discriminação no mundo empresarial, que abriram o caminho em todos os níveis ocupacionais, diminuindo ao passar dos anos até mesmo a diferença salarial com o sexo oposto. Isso se deu por conta dos movimentos feministas que atravessaram todo o século passado e foram determinantes na revolução moral, cultural e social, no que diz respeito às mudanças do papel da mulher e do homem na família.

Todas estas transformações no mundo do trabalho e nos processos de produção de riqueza que assinalam a sociedade na Era da Internet, transformam a relação do indivíduo com a própria sociedade, aparecendo novas formas de sociabilidade.

por Ariane Carvalho

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O critério de relevância dos “tweets” no Google

Desde dezembro, o Google iniciou em seu sistema de buscas um recurso que permite fazer uma pesquisa em tempo real em redes sociais como Twitter e Facebook. O Google Real Time, de caráter experimental e apenas em uma única versão (inglês), traz mensagens de usuários cadastrados nas ferramentas integradas a busca comum. Porém, o serviço foi questionado pela falta de critério na ordem de aparição das mensagens. Quase dois meses após o lançamento, temos uma resposta.

A revista Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), nos Estados Unidos, conversou com Amit Shingal, um dos funcionários do Google responsável pelo desenvolvimento do recurso, que revelou o mistério por trás da hierarquia de informações que é fornecida ao internauta.

Para um dos gigantes da web, os tweets – mensagens de até 140 caracteres produzidas no Twitter – são avaliados e têm o mesmo peso e importância de uma página – o que é conceituado como pagerank. Logo, o procedimento para hieraquizá-los varia de acordo com a reputação do próprio usuário. Quem explica é o próprio Shingal.

Se você ganha reputação, logo fornece também reputação. Caso você tenha muitos seguidores e é considerado um dos hubs no Twitter, naturalmente sua mensagem terá um peso maior, já que seu tweet é valioso. Em pouco tempo, ele será uma referência aos demais que fazem uma pesquisa no Google.

Este processo de adaptação às plataformas sociais participativas de mensagens instantâneas mostra como o Google, visto como um tótem inatingível e intocável, não é exceção no quesito de modelos de negócio sustentáveis na web. Não adianta permanecer com uma única estrutura sólida e consolidada – no caso, buscas – por muito tempo. A necessidade cria os caminhos e as alternativas de forma tão rápida que não dá tempo de acreditar em nada venerável.

Fonte: Veja On Line

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Ser Analógico x Ser Digital

Quem estudou Comunicação já ouviu falar no termo AIDA, que é um modelo que tenta explicar como funciona o comportamento humano em relação à aquisição de um produto ou serviço.
Nos tempos de hoje podemos afirmar que quem segue esse antigo modelo pode ser considerado Analógico, que ficou parado no tempo.
AIDA que dizer: Atenção, Interesse, Desejo e Ação, formam uma hierarquia linear que os consumidores passam no processo de compra.
Isso descreve um comportamento de um consumidor mais antigo, um ser Analógico. Nos dias de hoje, um ser Digital, trabalharia essa sigla de uma forma diferente.
O ser Digital não busca Atenção, busca a Atração, se ele não se sentir atraído pelo que quer que seja, nada flui.
 O I não seria de Interesse, seria de Interação. O ser Digital está sempre querendo interagir, e a quantidade de pessoas em redes sociais é um desses exemplos.
O D de Desejo poderia ser substituído por Digitalização, o mais óbvio de todos, já que estamos falando do ser Digital. A digitalização está em todo canto, nas máquinas fotográficas, celulares, TV, e para estar condizente com o mundo atual, tem que se inserir na digitalização.
E o último A, ao invés de Ação seria de Apoio. O ser Digital está sempre buscando apoio em algo ou alguém, ou apoiando. É um ser mais prestativo e atencioso com o próximo. Mas esse apoio também pode ser visto de outra maneira, pois ele está sempre se apoiando em aparatos tecnológicos para lhe dar com as coisas do dia a dia.
E você, que tipo de ser é: Analógico ou Digital?

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Segundo pesquisa, a Web supera a TV como mídia preferida

Segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (30/11), a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar foi a internet, considerada indispensável por 70% dos entrevistados, enquanto a televisão ficou com 69% da preferência.

De acordo com o G1, a pesquisa foi realizada em 11 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.

Essa diferença se dá por conta da TV possuir muitos comerciais, prova disso é que 87% tentam evitar ativamente a publicidade no Rádio e TV, e apenas 39% consideram que a web também tem muitas propagandas.

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Em entrevista, José Serra defende uma participação maior da Web como recurso de campanha

Para o governador, a legislação eleitoral brasileira ainda é muito restritiva em relação a campanhas na web

São duas horas da madrugada. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), deixa de lado os jornais, liga o aparelho de som e espera o sono vir com os Beatles ao fundo. A cena da intimidade de um dos possíveis candidatos à Presidência da República em 2010 foi registrada por ele mesmo em seu microblog na rede Twitter. “Vim dormir. Ia ler o clipping da imprensa da semana, mas desisti. Preferi ouvir o Abbey Road inteiro dos Beatles e zapear na TV sem som”, escreveu na noite de 13 de julho.

Serra é hoje o mais popular político do Twitter, com 71 mil seguidores, que acompanham em tempo real os passos do tucano. Aos 67 anos, o governador paulista entrou para a turma dos internautas depois dos 60 anos e para a dos “twitteiros” há pouco mais de três meses. Em entrevista exclusiva ao Estado, ele fala do potencial da internet na eleição de 2010 e de sua experiência no mundo virtual.

Qual será o papel da internet nas eleições presidenciais de 2010?

Nas eleições de 2010, no Brasil, nenhum candidato poderá prescindir da internet na campanha, é evidente, mas a influência será muito menor do que nos Estados Unidos, porque somos muito menos conectados, nossa legislação eleitoral é mais restritiva, nossa campanha é muito mais curta do que a deles, que dura quase dois anos, contando com as primárias para a indicação do candidato do partido. Aqui, legalmente a campanha só começa na segunda metade de julho, e a eleição é em outubro.

Qual será o grande desafio das campanhas na web?

O grande desafio de campanhas na internet, que a de Barack Obama venceu com louvor, é transportar o ativismo e a militância do mundo virtual para o mundo real, para ações de visibilidade, para as ruas. Tenho dúvidas de que conseguiremos fazer já em 2010 essa passagem.

Como foi seu primeiro contato com a internet?

Aprendi na marra a usar a internet em 2003, quando passei uma temporada nos Estados Unidos, no Instituto de Estudos Avançados de Princeton, depois de perder as eleições presidenciais em 2002. Fui obrigado a me conectar para conversar com a família, com os amigos, para me manter em dia com as notícias do Brasil e do mundo, para não ficar isolado. Primeiro, aprendi a receber e a mandar e-mail; em seguida, a navegar pelo noticiário. Agora, sou o governador twitteiro e já ganhei até diploma de “especialização em relações twitteiras”, do programa CQC, da TV Bandeirantes.

Para quais atividades o senhor utiliza a internet?

Até 2002, no Ministério da Saúde, costumava mandar bilhetinhos escritos à mão para a equipe, perguntando sobre esse ou aquele programa de governo, tirando dúvidas, cobrando essa ou aquela providência. Escrevia à noite e, de manhã, minhas secretárias recebiam uma caixa de papéis para distribuir. Hoje, envio e-mail para os secretários e assessores. Muito mais rápido e eficiente. Também leio notícias nos principais portais e em alguns blogs, escrevo artigos, discursos. Nunca consegui datilografar artigos. Fazia sempre à mão. Troco e-mails com meus filhos, com os amigos e uso para lazer, navego no YouTube para ver clipes de músicas, procurar trechos de filmes. Resisti muito a entrar, porque sabia que iria me viciar. Fraquejei, entrei e me viciei.

O sr. é o político mais popular do Twitter, com mais de 71 mil seguidores. O que tem achado dessa experiência?

Fui para o Twitter meio por acaso e por curiosidade. Uso muito a internet. Comecei a ver reportagens sobre o fenômeno do Twitter e as pessoas mais próximas me diziam que eu devia entrar lá. Nem sabia direito o que era, como funcionava, para que servia, quando abri a minha conta. Esta, aliás, foi a primeira dificuldade: descobri que meu nome e quase todas as variações possíveis já estavam registrados no Twitter, com a minha foto e tudo. Eram muitos perfis falsos. Entrei sem fazer alarde, sem contar para ninguém a não ser para o pessoal mais próximo do gabinete. Habituado a escrever artigos e textos mais longos, no início achei que não conseguiria dizer nada em 140 caracteres, que é o limite do Twitter. Aos poucos, estou aprendendo a ser sintético.

Como o Twitter tem ajudado o seu trabalho como governador?

Eles (internautas) me dão dicas, fazem sugestões, apoiam medidas do governo, elogiam, mas também criticam, cobram, reclamam de coisas que não estão funcionando direito. Repasso para todas as áreas do governo, cobro dos secretários, tiro dúvidas com eles, vejo se as reclamações procedem. Os mais acionados pelos meus seguidores e por mim são o Barradas (secretário da Saúde), o Paulo Renato (secretário da Educação), as áreas de segurança e de transportes. É aí que a internet é fantástica. Poupa tempo, aumenta a eficácia, abre um canal direto entre o governo e o cidadão, para o governante ouvi-lo, prestar contas em tempo real e até para corrigir medidas. Isso para um governante não tem preço.

O sr. também faz comentários pessoais…

Há o lado lúdico também. Quando disse lá no Twitter que gosto de cinema e de trabalhar ouvindo música, muitos seguidores passaram a me mandar dicas e links de canções, cantores, bandas, trechos de filmes. Também fazem muitas perguntas sobre a minha vida, o governo, o que eu acho disso e daquilo. Claro que não consigo responder tudo e fico até aflito, às vezes, mas sempre dá para conversar um pouco. De que outro jeito isso seria possível? Só no Twitter mesmo.C.F. e E.L.

Fonte: O Estadão

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