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A Galáxia Internet

No capítulo “Negócios eletrônicos e nova economia” do livro A Galáxia Internet: Reflexões sobre internet, negócios e sociedade de Castells (2003: 87-144), ele caracteriza o comércio eletrônico, uma nova economia, mostrando primeiramente como se modificaram as técnicas empresariais organizadas em torno das redes e como essa variação forma uma nova estrutura social, a sociedade em rede. Incentivadas pela cultura empreendedora, de inovação e dos capitalistas de alto risco, surgem novas empresas e negócios na Internet que se ampliam rapidamente e vendem para o mundo inteiro.

Um atributo importante dessa nova economia prende-se com a instabilidade do mercado financeiro, que, antigamente era mais estável e mais previsível, guiado por avaliações criteriosas e concretas do mundo dos negócios, é agora, mais influenciado por aquilo que Castells denomina “turbulências de informação”. A incerteza, o risco, e a mudança constante são a regra, em vez da exceção. Na Era da Internet a multiplicidade de informações on-line (notícias, manipulações, rumores etc.), prosperam, o que dificulta as decisões dos investidores, provocando, por exemplo, reações instantâneas às mudanças de mercado (informações financeiras em tempo real).

Estas ascensões seguidas dos declínios dos valores dos mercados têm conseqüências graves para certas empresas e para os respectivos trabalhadores e suas famílias, especialmente, em empresas marcadas por um elevado e rápido crescimento econômico. Nestes casos pode-se auxiliar de uma forma repentina, à desvalorização das ações da empresa, com efeitos imediatos na parte financeira da empresa, bloqueando desta forma, o seu projeto de investimento e inovação.

Castells refere a “existência de um ciclo económico na nova economia”, que se encontra sincronizado com o período financeiro e com o período de inovação. Muitas das empresas virtuais foram criadas por estudantes universitários, baseadas em idéias inovadoras e praticamente nenhum capital, no entanto eram negociadas a preços elevadíssimos.

Observando as modificações na organização e dinâmica do trabalho, específico nesta nova economia, verifica-se que o papel do trabalho transforma-se, ficando a e-economia dependente do trabalho auto-programável, que por sua vez exige trabalhadores qualificados, com espírito de iniciativa, autonomia, responsabilidade e com talento para os negócios eletrônicos.

Uma das questões centrais desta transformação na organização do trabalho, passa pelo compromisso total com o projeto da empresa, deixando de existir, por exemplo, o horário de trabalho.

Na era do conhecimento, surge o e-learning como exigência de uma formação contínua para toda a vida, que tenta conciliar a formação profissional com os compromissos pessoais ou familiares.

Essa contingência específica do trabalho refere-se à existência de uma grande procura de trabalhadores altamente qualificados (programadores, engenheiros, profissionais dos negócios eletrônicos, etc.), que, quando não são lançados em quantidades ou em qualidades necessárias às exigências do trabalho de um determinado país, circulam internacionalmente e são absorvidos pelas universidades e empresas de tecnologia de ponta do estrangeiro. É o emergir do êxodo dos talentos acadêmicos, ou como refere Castells o surgimento de um sistema de circulação de cérebros.

Castells também cita o ingresso das mulheres, apesar da discriminação no mundo empresarial, que abriram o caminho em todos os níveis ocupacionais, diminuindo ao passar dos anos até mesmo a diferença salarial com o sexo oposto. Isso se deu por conta dos movimentos feministas que atravessaram todo o século passado e foram determinantes na revolução moral, cultural e social, no que diz respeito às mudanças do papel da mulher e do homem na família.

Todas estas transformações no mundo do trabalho e nos processos de produção de riqueza que assinalam a sociedade na Era da Internet, transformam a relação do indivíduo com a própria sociedade, aparecendo novas formas de sociabilidade.

por Ariane Carvalho

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O critério de relevância dos “tweets” no Google

Desde dezembro, o Google iniciou em seu sistema de buscas um recurso que permite fazer uma pesquisa em tempo real em redes sociais como Twitter e Facebook. O Google Real Time, de caráter experimental e apenas em uma única versão (inglês), traz mensagens de usuários cadastrados nas ferramentas integradas a busca comum. Porém, o serviço foi questionado pela falta de critério na ordem de aparição das mensagens. Quase dois meses após o lançamento, temos uma resposta.

A revista Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), nos Estados Unidos, conversou com Amit Shingal, um dos funcionários do Google responsável pelo desenvolvimento do recurso, que revelou o mistério por trás da hierarquia de informações que é fornecida ao internauta.

Para um dos gigantes da web, os tweets - mensagens de até 140 caracteres produzidas no Twitter - são avaliados e têm o mesmo peso e importância de uma página - o que é conceituado como pagerank. Logo, o procedimento para hieraquizá-los varia de acordo com a reputação do próprio usuário. Quem explica é o próprio Shingal.

Se você ganha reputação, logo fornece também reputação. Caso você tenha muitos seguidores e é considerado um dos hubs no Twitter, naturalmente sua mensagem terá um peso maior, já que seu tweet é valioso. Em pouco tempo, ele será uma referência aos demais que fazem uma pesquisa no Google.

Este processo de adaptação às plataformas sociais participativas de mensagens instantâneas mostra como o Google, visto como um tótem inatingível e intocável, não é exceção no quesito de modelos de negócio sustentáveis na web. Não adianta permanecer com uma única estrutura sólida e consolidada - no caso, buscas - por muito tempo. A necessidade cria os caminhos e as alternativas de forma tão rápida que não dá tempo de acreditar em nada venerável.

Fonte: Veja On Line

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Programação para 2010 movimenta mercado digital baiano

Associação de agências digitais elege diretoria para biênio 2010-2011 e anuncia novos projetos

O ano de 2010 já começou com novidades para as agências digitais da Bahia. Depois da escolha da nova diretoria, realizada nesta quinta-feira (14), a Associação de Agências Digitais da Bahia – ADBA anuncia a programação de atividades que serão desenvolvidas ao longo do ano, voltadas para os profissionais do mercado de internet. 

Entre os projetos da ADBA estão a realização do seminário de marketing político na internet, para orientar partidos e candidatos às eleições 2010, e o desenvolvimento de pesquisas de marketing para levantar informações sobre potencial produtivo, tendências, necessidades, oportunidades, recursos humanos e outros temas importantes para os profissionais.

“Neste primeiro semestre, vamos publicar um documento para o nosso mercado consumidor, contratantes de serviços de marketing e tecnologia, orientando as melhores práticas de avaliação e concorrência”, ressalta o novo presidente da associação, Diego Rydz.
     
Com a meta de duplicar o número de associados até o final de 2010, a ADBA disponibiliza em sua página (www.adba.com.br) a lista de agências associadas, para que empresários e gestores possam estudar os portfólios e selecionar a empresa que atenda suas necessidades.

A ADBA representa os interesses das agências digitais baianas, trabalhando pelo desenvolvimento, normatização, consolidação e profissionalização do mercado de marketing digital da Bahia. As agências que tenham interesse em se associar devem realizar o cadastro no site www.adba.com.br.

A nova diretoria é composta por Diego Rydz (Presidente), Vitor Perrone (Vice-Presidente), Vinicius Guimarães (Tesoureiro) e os membros da diretoria: Alessandro Canella, Vinicius Barros e Robert Philips.

 

Vitor Hugo Perrone, Diretor da 2Pontos, é o novo Vice Presidente da ADBA

Vitor Hugo Perrone, Diretor da 2Pontos, é o novo Vice Presidente da ADBA

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Ser Analógico x Ser Digital

Quem estudou Comunicação já ouviu falar no termo AIDA, que é um modelo que tenta explicar como funciona o comportamento humano em relação à aquisição de um produto ou serviço.
Nos tempos de hoje podemos afirmar que quem segue esse antigo modelo pode ser considerado Analógico, que ficou parado no tempo.
AIDA que dizer: Atenção, Interesse, Desejo e Ação, formam uma hierarquia linear que os consumidores passam no processo de compra.
Isso descreve um comportamento de um consumidor mais antigo, um ser Analógico. Nos dias de hoje, um ser Digital, trabalharia essa sigla de uma forma diferente.
O ser Digital não busca Atenção, busca a Atração, se ele não se sentir atraído pelo que quer que seja, nada flui.
 O I não seria de Interesse, seria de Interação. O ser Digital está sempre querendo interagir, e a quantidade de pessoas em redes sociais é um desses exemplos.
O D de Desejo poderia ser substituído por Digitalização, o mais óbvio de todos, já que estamos falando do ser Digital. A digitalização está em todo canto, nas máquinas fotográficas, celulares, TV, e para estar condizente com o mundo atual, tem que se inserir na digitalização.
E o último A, ao invés de Ação seria de Apoio. O ser Digital está sempre buscando apoio em algo ou alguém, ou apoiando. É um ser mais prestativo e atencioso com o próximo. Mas esse apoio também pode ser visto de outra maneira, pois ele está sempre se apoiando em aparatos tecnológicos para lhe dar com as coisas do dia a dia.
E você, que tipo de ser é: Analógico ou Digital?

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Segundo pesquisa, a Web supera a TV como mídia preferida

Segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (30/11), a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar foi a internet, considerada indispensável por 70% dos entrevistados, enquanto a televisão ficou com 69% da preferência.

De acordo com o G1, a pesquisa foi realizada em 11 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.

Essa diferença se dá por conta da TV possuir muitos comerciais, prova disso é que 87% tentam evitar ativamente a publicidade no Rádio e TV, e apenas 39% consideram que a web também tem muitas propagandas.

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“A web está aí”, afirma Duda Mendonça

Aconteceu ontem a última edição do Workchopp, realizado pela Além da Propaganda no bar 30 Segundos, que conta com a 2Pontos como a Agência Digital Oficial.
Duda Mendonça durante a palestra

Duda Mendonça durante a palestra

Para fechar com chave de ouro, o Workchopp contou com a palestra de ninguém menos que Duda Mendonça, um dos maiores publicitários brasileiros, marketeiro político, e claro, baiano.

Algumas das campanhas de Duda Mendonça, que decoravam o 30 Segundos

Algumas das campanhas de Duda Mendonça, que decoravam o 30 Segundos

Começando pela sua fabulosa trajetória, mostrando alguns de seus filmes publicitários, Duda chegou na parte que todos esperavam, como fazer um bom Marketing Político.

Não existe uma fórmula, mas existem boas estratégias, que sendo bem realizadas podem levar o candidato a vitória, como foi o caso do maior exemplo de campanha, a de Lula para presidente em 2002.

Para a próxima eleição Duda afirma ” A web é a grande novidade, ela veio para promover mudanças da maior importância”. Depois da campanha de Obana, a web será uma ferramenta muito utilizada nas próximas eleições. O Brasil já liberou seu uso, então será um meio muito explorado.

Segundo Duda “A grande mudança para essa eleição será: Primeiro - O jovem vai entrar de cabeça, o que não é normal, porque agora a campanha vai entrar na ferramenta dele. Segundo tem o Obama Mania, a imprensa badalou, enquanto ela tinha duas notícias por dia , a web agora vai dar 50, vai ter notícia o dia inteiro, e pela primeira vez o político terá que interagir, e ele não está acostumado com isso.”

A importância que a internet terá para as próximas eleições é notória, e Duda afirma “Em Brasília a internet já é mais forte que o rádio. E se você disser que  na última eleição a web teve um peso de 5%, para a próxima terá de 10% a 15%”. Quem ficar fora dessa tendência, já sairá na desvantagem.

Após a palestra, Duda tira foto com o sócio da 2Pontos Vitor Hugo Perrone

Após a palestra, Duda tira foto com o sócio da 2Pontos Vitor Hugo Perrone

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Feira do Empreendedor 2009 da Bahia foi um sucesso

Com mais de 5 mil visitantes por dia na Feira do Empreendeor 2009, promovida pelo SEBRAE, o resultado não poderia ter sido outro: muito sucesso.

A 2Pontos com seu stand na Bahia Digital fez muitos contatos importantes, além de atingir o público através de seus celulares. Com um dispositivo de bluetooh foram disparadas mensagens e contatos da empresa, que foi elogiado pelo público.

É a 2Pontos inovando e marcando presença. 

Ivan,Ariane,Vitor e Grec

Equipe 2Pontos na Feira do Empreendedor

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A ABRADI faz evento para sua fundação

A Associação Brasileira das Agências Digitais - ABRADI, fará uma coletiva de imprensa e evento de assinatura da ata de fundação da ABRADI em São Paulo no dia 31 de março.

A ABRADI é a entidade nacional que vai defender os interesses do mercado de comunicação digital brasileiro. O evento será um marco que beneficiará as empresas do setor, assim como clientes e usuários da internet.

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Marketing de Busca

A internet foi passando por diversas mudanças ao longo dos anos, e para abordar sobre as novas fronteiras da Web desde o surgimento das redes sociais ao Marketing de Busca, que o Diretor Executivo da 2Pontos Agência Digital, escreveu um artigo na edição do mês de Dezembro da Revista ACOMAC.

Clique aqui para ver a revista e ler o artigo na íntegra.
Ou clique aqui para ver somente o artigo em pdf.

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Confira um pouco do que aconteceu no 1º Encontro dos Profissionais da Web Baiana

Para quem não foi conferir o evento organizado pela ADBA – Associação das Agências Digitais da Bahia, voltada para os profissionais de Marketing Digital e Agências Digitais, que teve como tema de abertura “Google AdWords: Muito Além da Busca”, agora pode conferir um pouco do que aconteceu no evento, que contou com a presença de pessoas de diversas agências digitais de Salvador, e conhecer seus diretores, dentre eles Vitor Hugo Perrone da 2Pontos.

1º Encontro dos Profissionais da Web Baiana

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